Nos instalamos na pousada que fica literalmente no pé do vulcão. As casas são em sua maioria de pedra, as ruas de terra negra das lavas de erupções antigas do grandão.
No final do dia, fomos ao “pub” local, a Casa do Ramiro, onde tem bebida, café, queijo e live music. O dono do local e seus amigos fizeram um show para nós tocando músicas caboverdianas e brasileiras.
No final tivemos uma palhinha de Camilo, que segundo a Vera, é o que se tem de melhor na ilha hehehe Toda gente é muito feliz e naturalmente simples e hospitaleira. Dançamos e bebemos a vontade.
Quando voltamos para a pousada, presenciamos um espetáculo à parte. O vilarejo não tem eletricidade e por isso, quando olhamos para o céu, ficamos sem ar ... o mesmo estava quase branco de tanta estrela, refuscante de tanto brilho. Algo inesquecível que só ficou registrado em nossa memória, já que as máquinas não conseguiram fotografar o evento. Simplesmente inenarrável!
6 comentários:
Cla! Fico feliz de vc estar aproveitando e nos mantendo informados com tantas maravilhas!!! Espeo que de tudo certo!!!! Bjs e saudades,
Lu
delicia, Clarisse!!!!!!!!!
Parece até que estou viajando com vc....
Isto é que é viver. Como disse a Kiki, estou viajnado junto.
Aliás este finde pensei em vc. Na coragem, na ousadia e audácia de inovar caminhos. Siga em frente.
Cla, acho que você vai ficar por aí e casar.
Vamos fretar o avião e baixar aí. Toda turminha. bj
Dessa forma é muito agradável acompanhar a viagem! Fotos, comentários refinados postados por vc e concordo, daqui ...eu só viajando, principalmente com a impressão do vulcão!
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